Eco do Sul ano 1871
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 08, quarta-feira, 11 jan. 1871.
17.08.2.1. FONSECA JÚNIOR. A alva. Conto romântico, publicado na seção “Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 20, quarta-feira, 25 jan. 1871.
17.20.2.1. EXT. A verdade. Crônica filosófica, publicada na seção “Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 24, domingo, 29 jan. 1871.
17.24.2.1. EXT. Os amores da mulher. Crônica romântica, publicada na seção “Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 42, terça-feira, 21 fev. 1871.
17.42.2.1. HERMÍNIO. Inês é morta. Conto romântico, publicado na seção ‘Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 43, quarta-feira, 22 fev. 1871.
17.43.1.1. TEU AMANTE. Salve! Atriz de longa fama. Poema laudatório a atriz Mariquinhas dos Prazeres, constituído por seis estrofes irregulares. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 45, sexta-feira, 24 fev. 1871.
17.45.2.1. G. F. Brisas celestes. Crônica que faz referência ao fato de o poeta português Castilho, que é cego, ter dito ver a cor das brisas. Publicada na seção “Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 46, sábado, 25 fev. 1871.
17.46.2.1. ZELMIRO. Casamento e mortalha no céu se talha. Conto romântico, publicado na seção “Variedade”. Nota informa que foi elaborado em São Paulo, em 12 dez. 1870. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 101, quinta-feira, 04 maio 1871.
17.101.1.1. MERICANO. A visão do tirano. Poema romântico constituído por 49 estrofes irregulares, cuja nota informa ter sido escrito em 1869 em Assunção. Publicado na seção “Literatura”, o poema critica o “tirano déspota americano” que governou o Paraguai como Nero governou Roma. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 122, terça-feira, 30 maio 1871.
17.122.2.1. MERICANO. Um episódio da Campanha do Paraguai. Conto de duas partes, publicado na seção “Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 137, sábado, 17 jun. 1871.
17.137.2.1. MERICANO. O velório. Conto publicado na seção “Variedade”. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 139, terça-feira, 20 jun. 1871.
17.139.2.1. SEM AUTOR. O Eco do Sul e Carlos de Koseritz. Texto em prosa que critica a ética de Koseritz perante o diretor do Eco do Sul. (p. 1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 225, domingo, 01 out. 1871.
17.225.1.1. COSTA, Lobo da. Folga amigo, é tarde ou cedo. Poema de seis quartetos, com a epígrafe: “Ao simpático artista e meu particular amigo Luiz Carlos d’Oliveira Mayrink”. Publicado na seção “A pedido”, não havia título no original. (p. 2)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 232, quinta-feira, 12 out. 1871.
17.232.1.1. COSTA, Lobo da. É morto o pai da pobreza. Poema de quatro estrofes, inserido no discurso proferido em Pelotas por ocasião do falecimento do capitão João Batista Lecour. Não há título no original. (p. 2)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 233, sexta-feira, 13 out. 1871.
17.233.2.1. OSÓRIO, Fernando Luiz. A ceguinha. Lenda militar. Conto romântico de quinze partes, publicado na seção “Literatura”. Há a referência “São Paulo, 1871”. (p.1)
ECO DO SUL. Rio Grande, ano 17, n. 270, domingo, 26 nov. 1871.
17.270.1.1. SEM AUTOR. Ora esfreguem-se! Aqui na pátria amada. Soneto oferecido à redação do Eco do Sul. Publicado na seção “Poesia”, não possui título no original. (p. 1)
17.270.1.2. SEM AUTOR. Cresce o emprego-mania. Soneto oferecido à redação do Eco do Sul. Publicado na seção “Poesia”, não possui título no original. (p. 1)
17.270.1.3. SEM AUTOR. Por toda a parte a corrupção se expande. Soneto oferecido à redação do Eco do Sul. Publicado na seção “Poesia”, não possui título no original. (p. 1)
17.270.1.4. SEM AUTOR. Após a guerra feita a D. Solano. Soneto oferecido à redação do Eco do Sul. Publicado na seção “Poesia”, não possui título no original. (p. 1)


